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Explicações rápidas, diretas e aplicadas ao dia a dia fiscal para os conceitos que sustentam qualquer integração de documento fiscal eletrônico: os formatos (JSON, XML, YAML, TOON, CSV, HTML) e o que garante que um XML chegue íntegro e assinado (charset, encode/decode, caracteres especiais, hash e assinatura digital).

Procurando HTTP, request/response, autenticação?

Esses conceitos de rede e protocolo ficam no Guia de Integrações — este espaço é focado nos formatos de dado e na codificação/segurança de um documento fiscal.

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Formatos de Dados

Como cada formato representa dados em texto — e onde cada um aparece (ou não) no dia a dia fiscal.

JSON no contexto fiscal: o que é, quando aparece

JSON representa dados como pares chave/valor, listas e objetos aninhados usando só seis tipos. Entenda a sintaxe, por que ele é a exceção e não a regra no ecossistema fiscal brasileiro (que trafega em XML/SOAP) e onde ele realmente aparece — como no ADN da NFS-e.

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CSV e o delimitador: por que ponto e vírgula no Brasil

CSV representa uma tabela em texto puro, uma linha por registro. Entenda por que no Brasil o delimitador costuma ser ponto e vírgula em vez de vírgula, como escapar campos que contêm o próprio delimitador e onde o CSV aparece em arquivos fiscais e SPED.

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HTML x XML: propósitos diferentes para tags parecidas

HTML também descreve conteúdo com tags, mas para renderizar uma página, não para trocar dados entre sistemas. Entenda a diferença prática em relação ao XML, por que navegadores toleram HTML malformado e onde o HTML aparece na DANFE e no QR Code.

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YAML: indentação, tabs proibidos e valores ambíguos

YAML representa os mesmos tipos de dado que o JSON, mas com indentação por espaços em vez de chaves. Entenda por que tab é proibido pela especificação, quais valores viram booleano sem você pedir e onde o YAML aparece em configuração e OpenAPI.

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TOON: o JSON otimizado para tokens de LLM

TOON representa exatamente os mesmos dados que um JSON — a conversão é sem perdas nos dois sentidos — com uma sintaxe que gasta menos tokens quando o dado é colado no prompt de um LLM. Entenda o formato tabular e quando ele compensa.

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XML: bem formado, válido, XSD e namespaces

XML é o formato de praticamente todo documento fiscal eletrônico brasileiro: NF-e, NFC-e, CT-e e o NFS-e nacional. Entenda elementos, atributos, a diferença entre um XML bem formado e um XML válido contra XSD, e o papel dos namespaces.

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Codificação, Segurança & Caracteres

Como dados viram bytes, como se garante a integridade e a autoria de um documento fiscal, e como lidar com caracteres que quebram um XML.

Base64, encode e decode: o que é (e o que não é)

Encode é trocar a representação de um dado seguindo uma regra fixa e reversível — não é criptografia. Entenda o que Base64 faz, por que ele cresce o dado em cerca de 33%, e onde aparece em anexos, certificados e retornos de web service fiscal.

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Charset e encoding: a causa do mojibake em XML fiscal

Charset e encoding respondem perguntas diferentes, e quando o encoding declarado não bate com os bytes reais o resultado é mojibake — acentos virando sequências estranhas. Entenda UTF-8, ISO-8859-1 e Windows-1252 e como diagnosticar o problema.

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Caracteres especiais e escaping em XML fiscal

Caracteres especiais têm significado reservado na sintaxe de um formato e precisam ser escapados quando fazem parte do conteúdo. Entenda por que um & ou < não escapado quebra o XML da NF-e, as entidades do XML e como a regra muda por formato.

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Hash, digest e integridade: SHA-256, SHA-1 e MD5

Uma função hash recebe qualquer quantidade de dado e devolve uma sequência de tamanho fixo, de forma determinística e de mão única. Entenda as três propriedades que definem um bom hash, por que MD5 e SHA-1 saíram de uso e o papel do hash na assinatura fiscal.

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Assinatura digital de XML fiscal: XMLDSig e ICP-Brasil

Todo XML fiscal brasileiro precisa ser assinado com certificado ICP-Brasil (A1 ou A3) antes da transmissão, seguindo o padrão XML Signature do W3C. Entenda os três passos do processo — canonicalização, hash e cifra — e os erros mais comuns de rejeição.

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Conceitos entendidos — agora aplique nas ferramentas.

JSON, XML, YAML, TOON, CSV, Base64, caracteres especiais e detector de charset — todas as ferramentas citadas aqui rodam localmente no navegador, sem upload do seu documento fiscal para nenhum servidor.

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